Atlantic Club Comporta abre as villas a estadias curtas após 150 milhões de euros
O Atlantic Club Comporta passa a receber hóspedes em estadias de curta duração, abrindo a não proprietários um projeto que até aqui funcionava em regime fechado. O empreendimento, entre o Carvalhal e a Comporta, representa um investimento de 150 milhões de euros em 15 hectares, segundo a Ambitur.
São 24 villas no total, das quais dez estão completamente concluídas, com tipologias entre quatro e oito quartos e áreas que vão dos 280 aos 650 metros quadrados. A estadia mínima é de quatro noites e o valor semanal ronda os 13 mil euros. Mais de metade das unidades já tem proprietário, na maioria europeus, incluindo portugueses.
A assinatura do projeto explica parte do posicionamento. O paisagismo é de Madison Cox, presidente da Fundação Jardin Majorelle, e os interiores são de Jacques Grange. O serviço inclui concierge, housekeeping, manutenção dos jardins e chefs privados, num modelo mais próximo da casa com equipa do que do hotel convencional.
Dietrich E. Rogge, fundador do projeto, associa a abertura a uma mudança de hábitos: diz que o Atlantic Club Comporta nasceu da transformação na forma como hoje vivemos e viajamos, e que proprietários e hóspedes procuram espaço, privacidade e uma ligação real ao destino.
Na BellaTur Travel, este tipo de abertura interessa por uma razão prática. A Comporta tem pouca oferta de alta gama disponível para reserva pontual, e a maior parte do inventário está em segunda habitação. Quando um projeto desta escala liberta noites, muda o que é possível montar para famílias ou grupos que querem uma casa com serviço em vez de quartos separados.
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